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CERTEZAS DA DÚVIDA
 

Fique perto das coisas que você ama. E leve um bastão de beisebol para o resto.

                                                                                    Tony Parsons

                                                                                                     Londres, 1994

 



Escrito por Riccardo Joss às 13h45
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BANG BANG

Que desgraça! Leonel Brizola tinha mesmo razão: a Globo sempre manipula a patuléia brasileira. A nova novela das 19h, Bang Bang, é descaradamente parte da Campanha do Desarmamento. Quando o Mário Prata diz que sua novela não tem nada de Kill Bill, ela está sendo honensto sem querer. Sua novela é uma merda. As referêncis dele e de Ricardo Waddington são excelentes. E só. Fernanda Lima nunca será Uma Thurman. Sidney Magal, Evandro Mesquita e Paulo Miklos nunca foram atores. E ainda não vi a Angelina Muniz. Sátira social no Brazil serve para que os idiotas votem SIM. E quero ver onde o diretor global vai comprar munição para os seus seguranças. Ele e toda a cambada de atores analfabetos que fazem campanha pelo SIM. Votem, votem. Não pouparei risadas quando os ladrões começarem a invadir as suas casas. E que o Grego me proteja sempre.

Este post é em homenagem ao saudoso 'seo' Zois, que em muitas oportunidades salvou minha família com seu tresoitão.



Escrito por Riccardo Joss às 14h35
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O texto que publico abaixo é de autoria de Saramar , sogra de Pequiman. Não tenho dúvidas que a Loira, o Reclamão e mais alguns leitores, votarão SIM. Pequiman vota NÃO, claro. Quero, mesmo assim, fazer aqui uma pesquisa para saber como cada um de vocês votarão no referendo. Rody não votará. Nem eu, infelizmente, pois meu título é de Goiânia, cidade onde você contrata um pistoleiro por R$ 50 no Café Central. Segue o texto:

DESARMAMENTO: A ALEGRIA DO CRIME!?!?

História para quem esqueceu, ou nunca soube:

Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20 milhões de dissidentes, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de armênios, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 13 milhões de judeus e outros "não arianos", impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes políticos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas "instruídas", impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados.

Pessoas indefesas caçadas e exterminadas nos países acima, no século XX, após o desarmamento da população ordeira, sem que pudessem se defender: 56 milhões.

Há doze meses o governo da Austrália editou uma lei obrigando o proprietários de armas a entregá-las para destruição. 640.381 armas foram entregues e destruídas, num programa que custou aos contribuintes mais de US$ 500 milhões. Os resultados, no primeiro ano, foram os seguintes: Os homicídios subiram 3.2%,
as agressões 8.6%,
os assaltos a mão armada 44%.
Somente no estado de Victoria, os homicídios subiram 300%. Houve ainda um dramático aumento no número de invasões de residências e agressões a idosos. Os políticos australianos estão perdidos, sem saber como explicar aos eleitores a deterioração da segurança pública, após os esforços e gastos monumentais destinados a "livrar das armas a sociedade australiana".


Naturalmente, a população ordeira entregou suas armas, enquanto os criminosos ignoraram essa lei, como já ignoravam as demais.

O mesmo está acontecendo no Reino Unido. País tradicionalmente tranquilo, onde até a polícia andava desarmada, adotou o desarmamento da população ordeira. Pesquisa realizada pelo Instituto Inter-regional de Estudos de Crime e Justiça das Nações Unidas revela que Londres hoje é considerada a capital do crime na Europa. Os índices de crimes a mão armada na Inglaterra e no País de Gales cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento. Segundo o governo, houve 9.974 crimes envolvendo armas entre abril de 2001 e abril de 2002. No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%.

A polícia já está armada.

Nos Estados Unidos, onde a decisão de permitir o porte de armas é adotada independentemente por cada estado, todos os estados com leis liberais quanto ao porte de armas pela população ordeira têm índices de crimes violentos em muito inferiores à média nacional, enquanto os estados com maiores restrições ostentam índices de crimes violentos expressivamente superiores à média nacional. Washington, onde a proibição é total, é a cidade mais violenta dos EUA.

Você não verá as informações acima disseminadas na imprensa local. Com honrosas exceções, a imprensa está fechada com as ONGs internacionais que pregam o desarmamento, por mais perigoso e ineficaz, Deus sabe com que propósitos.

Armas em poder da população ordeira e responsável salvam vidas e defendem propriedade. Leis de desarmamento afetam somente a população ordeira.

Em 2003, com a aprovação do absurdo Estatuto do Desarmamento, o Brasil iniciou o processo de desarmar a população ordeira. Salvo engano, isso quer dizer Você. E se você não lutar contra isso, você ou sua família poderão ser as próximas vítimas indefesas.

Com armas, somos cidadãos. Sem armas, somos súditos. Quem desarma a vítima fortalece o agressor. Na hora do perigo, será que a polícia vai estar lá? Chamar a polícia pode levar alguns segundos, esperar por ela pode levar o resto da sua vida. Uma arma na mão é melhor que um policial ao telefone.

O Brasil tem a mania de andar na contra-mão da história. E aqueles que tomam, por nós, as decisões, estão confortavelmente protegidos pelo aparato de segurança do Estado, circulando em carros blindados, tudo pago pelo nosso dinheiro. A única coisa que temem é o uso consciencioso do voto. Do nosso voto.

Quem não luta pelos seus direitos, não tem direitos. Repassar essa mensagem pode ser a sua forma de lutar. Escolher bem na hora de votar, exigir o compromisso de cada candidato com a sua segurança, também.

Não atire para matar, mas atire para ficar vivo. Criminosos adoram o desarmamento das vítimas. Faz a atividade deles muito mais segura.



Escrito por Riccardo Joss às 01h47
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Disse no primeiro post que este espaço serviria para eu falar de coisas que vi. No segundo venho escrever sobre o que não assisti. Mas venho só para comentar o que li na coluna do Daniel Piza. Ele foi ver 2 Filhos de Francisco e saiu decepcionado e descrendo do que a crítica falou. Até a fotografia foi criticada pelo jornalista: "(...)se bem que a fotografia exagera nos filtros e contraluz (...)". O fato da dupla não estudar depois da infância também é motivo de comentário de Piza. O mais grave que observei --entre tanta coisa-- foi quando o texto fala que o tal Francisco abandonou a retórica do esforço, atingindo a sagração do jeitinho. Parece que o pai da dupla enganou a rádio e a gravadora para que "É o Amor" fizesse o sucesso que tanto nos encheu o saco. Não li nada igual em nenhuma crítica ou blog de quem viu a película. Não há mesmo neutralidade.



Escrito por Riccardo Joss às 20h16
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Certezas...

É provável que os primeiros leitores deste blog sejam pessoas que entram no BR-153. Muito do que escrevi lá poderia estar aqui, mas nada pessoal vai aparecer aqui. Usarei este espaço para mostrar o que leio, vejo, ouço e -- às vezes -- penso. Aqui é a última vez que falo de Tariq, minha mãe, Alex, Paulo, Luciana, Fabiano, Rody, Cacá, babás maranhenses e do porteiro do prédio. Fim.

Evitarei erros e quero voracidade de quem vier comentar. Quem é capaz de desconsiderar um erro de digitação sem o corrigir não é um simples filisteu da cultura: é um perjúrio do espírito e da razão. A nossa língua deve ser preservada. A correção de uma palavra com erro é um ato de fé. Erros gramaticais são execráveis. Estou pronto para um intercurso.

"For wheresover the carcase is, there will the eagles be gathered together." (Matheus 24:28)



Escrito por Riccardo Joss às 21h41
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